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O Paris Saint-Germain é, novamente, o rei da Europa! A formação parisiense revalidou este sábado, em Budapeste, o título da Liga dos Campeões ao bater o Arsenal por 4-3 no desempate por grandes penalidades, após um empate a uma bola no final do tempo regulamentar e do prolongamento.
A partida até começou de feição para os gunners, que inauguraram o marcador logo aos seis minutos por intermédio do internacional alemão Kai Havertz. Contudo, a resposta dos pentacampeões franceses surgiu já na segunda metade: aos 65 minutos, Ousmane Dembélé assumiu a responsabilidade na marca dos onze metros e restabeleceu a igualdade, que persistiu inalterada até ao final do prolongamento.
Na hora das decisões na marca dos onze metros, a frieza dos parisienses ditou a sentença. Apesar do desperdício do internacional português Nuno Mendes, o Arsenal acabou por vacilar mais, com Eze e Gabriel a falharem os respetivos castigos máximos, ditando a vitória do conjunto gaulês.
Com este triunfo, o PSG soma o seu segundo troféu consecutivo na Champions — sucedendo à goleada de 5-0 aplicada ao Inter de Milão na temporada transata e esquecendo em definitivo a final perdida em Lisboa, em 2019/20, diante do Bayern Munique. Por outro lado, a formação londrina volta a falhar o assalto ao trono europeu na sua segunda presença numa final, repetindo o amargo de boca de 2005/06 frente ao Barcelona.
O feito dos parisienses assume ainda maior relevo por travar o pleno de conquistas dos clubes da Premier League nas competições continentais, após as vitórias do Aston Villa (Liga Europa) e do Crystal Palace (Liga Conferência). Com este “bis”, o emblema de Paris entra para o restrito lote de nove clubes que conseguiram defender o título de campeão europeu, tornando-se no segundo a fazê-lo no atual formato da prova, depois do histórico ciclo do Real Madrid (entre 2016 e 2018).
Vê o resumo da partida: